quarta-feira, 8 de maio de 2013

Matéria de Gil Sóter no G1 sobre a Mostra Terruá Pará

Matéria da competente jornalista Gil Sóter no G1 sobre o resultado dos selecionados e a nova cara da Mostra Terruá Pará


G1
TV Liberal     
PARÁ 











Mostra Terruá Pará divulga lista 



de 



artistas selecionados



72 inscritos foram escolhidos na primeira etapa da seleção.
Rock, rap e pop integram a mostra da nova edição do festival de música.

Do G1 PA
Comente agora
Punk, heavy metal, rap: tudo isso é música paraense. “Tudo tem aqui e temos que estar abertos, sem preconceito nenhum”, analisa Leo Bitar, membro da comissão que escolheu os72 artistas da primeira seletiva da nova edição do Terruá Pará. Após três dias de audição dos 364 inscritos, a lista foi divulgada nesta segunda-feira (6).
Numa nova fase, o festival, que se propõe a ser uma vitrine nacional da música produzida no Pará, vive o desafio de abrir portas para a pluralidade de ritmos que pulsa num estado eclético e miscigenado, que transita entre o ribeirinho e a urbanidade.
Pará do rock: Jayme Katarro, da banda punk Delinquentes, e Sammiliz, vocalista do Madame Saatan. (Foto: Divulgação)Jayme Katarro, da banda punk Delinquentes, e
Sammiliz, do Madame Saatan. (Foto: Divulgação)
“A proposta não era pegar algo ‘tipicamente regional’. O que foi levado em consideração foi ouvir o que é bem feito, o que tem qualidade. Não tem problema se é punk, brega ou fado, tem que ser bem feito”, diz Marcelo Damaso, que compôs o corpo de jurados da seletiva ao lado de Leo Bitar, Ná Figueredo, Pena Schmidt (SP) e Flu (RS). “Foram dias ininterruptos de trabalho. A gente não saia nem para comer. Mas foi maravilhoso ver quanta coisa boa temos na música do Pará”, comemora Bitar. 
Entre as novidades, o rap de Bruno BO e Cronistas da Rua; o pop rock de Elder Effe; a música eletrônica do DJ Jaloo; e o som furioso do Madame Saatan e Deliquentes, duas das principais bandas de rock paraense em atividade. Pará do tecnobrega, Pará do punk rock. “Não imaginava minha banda tocando no Terruá”, declara Jayme Katarro, vocalista do Delinquentes, grupo com mais de 25 anos de carreira.
“Estamos num momento excelente. Talvez um dos melhores de toda a nossa história (palavra de quem já viveu várias gerações), e sempre digo que faltava esse empurrão para o rock, para podermos dar um salto maior do que nossas forças permitem”, comemora Katarro, que não se intimida com a diversidade de gêneros musicais reunidos no palco.
Cantora Aíla Magalhães se apresenta nesta sexta-feira (19), em Belém (Foto: Divulgação/Aryane Almeida)Sangue novo: jovens cantoras, como Aíla, integram
a mostra.(Foto: Divulgação/Aryane Almeida)
“Tocar com bandas de outros estilos não nos preocupa. Já tocamos, por exemplo, com a Gang do Eletro no ‘Grito Rock’ do ano passado e foi surreal”, declara.
Jovens cantoras, como Ana Clara Matos, Camila Honda, Natália Matos e Aíla integram a mostra. O reggae de Juca Culatra, o pop eletrônico do projeto Charmoso e o samba de Arthur Espíndola também revelam a nova safra de talentos no projeto. Nomes como Felipe Cordeiro, Gang do Eletro, Mestre Laurentino, Pio Lobato e Mestre Vieira, já consagrados em edições anteriores do Terruá, voltam ao elenco.
Atrações do Terruá 2012 voltam aos palcos da mostra do projeto. (Foto: Taiana Laiun/Arquivo pessoal)Atrações do Terruá 2012 voltam aos palcos da mostra do projeto. (Foto: Taiana Laiun/Arquivo pessoal)
Mostra Terruá Pará
Os 72 artistas agora entram na segunda fase da seletiva, de onde serão escolhidos 12 nomes que, junto com os artistas convidados, comporão a terceira edição do show Terruá Pará de Música, com estreia prevista para outubro, em Belém, e apresentações marcadas para São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Recife (PE).
A partir de terça-feira (14), esses artistas vão se apresentar no palco do Teatro Margarida Schivasappa, do Centur. Serão doze shows, cada um com seis artistas selecionados, sempre às terças-feiras, até o dia 30 de julho deste ano, com entrada franca. A lista dos shows será divulgada nos próximos dias.
Cada um dos artistas selecionados receberá uma ajuda de custo de R$ 3 mil, para gastos com a banda, transporte de equipamento, transporte dos músicos e outras despesas que venham a ser necessárias para apresentação no evento. Todos os shows serão gravados em áudio e vídeo.
O resultado será submetido a uma segunda comissão de jurados, o radialista Beto Fares; o músico e compositor Márcio Macedo; e Gustavo Rodrigues, DJ e um dos fundadores do festival Se Rasgum. Eles terão a missão de selecionar os doze artistas que irão integrar o elenco na nova edição do festival.
Além dos 72 artistas selecionados, foram elencados mais 20 suplentes, que poderão ser chamados para a mostra caso haja desistência ou impossibilidade de algum dos contemplados na lista principal.

DELINQUENTES na Mostra Terruá Pará

Entramos na Mostra Terruá Pará. Algo impensável para nossas reles cabeças nas edições anteriores. Graças a abertura que deram a outros estilos e a força da banda, já que foram 72 selecionados entre quase 400 inscritos (e tenho certeza que tinha muita coisa boa e de excelente qualidade entre as que ficaram de fora também).

Parabéns à todos. Tanto os músicos e bandas amigas que entraram quanto as que ao menos deram a cara a tapa, se inscrevendo nesse grandioso evento.

Ainda não sabemos quando iremos tocar, só sabemos que as apresentações serão sempre as terças feiras, de maio a julho desse ano.







Rádio Cultura

Rádio Cultura divulga os 72 selecionados

da Mostra Terruá


Confira a relação completa também aqui, ainda com os 20 suplentes
Rádio Cultura divulga lista dos 72 selecionados da Mostra Terruá





















Confira a relação completa:

Adamor do Bandolim
Aíla
Allan Carvalho
Almino Henrique
Almizinho Gabriel
Ana Clara
Antonio Novais
Arthur Espíndola
Banda ARK
Banda Fruto Sensual
Bruno BO
Camila Honda
Clave da Lua
Coletivo Rádio Cipó
Creuza Gomes
Cronistas de Rua
Davi Amorim
Delinquentes
Dona Onete
Elder Effe
Ely Farias
Enquadro
Espoleta Blues
Felipe Cordeiro
Gang do Eletro
Grupo de Carimbó Raiz de Cafezal
Grupo de Carimbó Sancari
Grupo de Músicas Regionais Águia Negra
Grupo de Tradições Marajoara Cruzeirinho
Grupo Som de Pau Oco
Guitarrada-Açu
Jaloo
João Gonsalves e Os Populares de Igarapé-Miri
Juca Culatra
Kim Freitas
La Orquestra Invisível
Loopcínico
Luê
Madame Saatan
Manari
Manezinho do Sax
Manoel Cordeiro
Marcel Barretto
Mestre Curica
Mestre Damasceno
Mestre Laurentino e Os Cascudos
Mestre Max do Sax
Mestre Solano
Mestre Vieira
Metaleiras da Amazônia
Molho Negro
Natália Matos
Olivar Barreto
Pedrinho Callado
Pedrinho Cavalléro
Pim
Pio Lobato
Projeto Charmoso
Rafael Lima
Ronaldo Silva
Sebastião Tapajós
Sikoka
Sônia Nascimento
Strobo
Toni Soares
Toninho Nascimento
Tonny Brasil
Turbo
Vinyl Laranja
Viviane Batidão
Zarabatana Jazz Band
ZebraBeat

Suplentes
01 - Grupo Rã
02 - Escarabajo
03 - Grupo de Carimbó O Uirapuru
04 - Vovô Banzá
05 - Iva Rothe
06 - Iza & os Agregados
07 - Larissa Leite
08 - Cristal Reggae
09 - Projeto Secreto Macacos
10 - Juliana Sinimbú
11 - Patrícia Rabelo
12 - Sol Raiol
13 - Liah Soares
14 - Nelson Torres
15 - Massa Grossa
16 - Gláfira
17 - Florbela Spanka
18 - Adriana Cavalcante
19 - Mestre Ginja
20 - Anjos do Melody



Link da reportagem: http://www.portalcultura.com.br/node/33528

terça-feira, 7 de maio de 2013

Dia D Fest - Lançamento do DVD "Planeta dos Macacos"

VEM AÍ
Dia D Fest
O tão aguardado lançamento do DVD
PLANETA DOS MACACOS
Dia 08 de Junho no Mormaço

Bandas:
DELINQUENTES
D.N.A.
JOHNY ROCKSTAR
ALL STILL BURNS
ADIPOCERA

terça-feira, 27 de novembro de 2012

No ar, o 1º Teaser do DVD Planeta dos Macacos

Greenvision solta o 1º Teaser do DVD Planeta dos Macacos, gravado em maio no show "Dia D", que reuniu mais de 4 mil pessoas na praça da república.



Conexão Vivo apresenta:
DVD Delinquentes na praça da república.
Produzido por Greenvision
Direção: Priscilla Brasil e Brunno Regis
Patrocínio: Vivo
Apoio: Governo do Estado do Pará, FCPTN e Lei Semear .
Apoio Cultural: Funtelpa

terça-feira, 19 de junho de 2012

Dia D – O desembarque do underground na praça da república (uma visão de dentro das trincheiras de mais uma batalha vencida).


Por Jayme katarro.


Gravação do DVD Planeta dos Macacos – Delinquentes
Praça da República – 20/05/2012
 
Deixo claro que essa é uma visão particular do Dia D, de quem participou diretamente da obra. Pode parecer pretensioso em algumas horas, mas tentei ser o mais verdadeiro possível a tudo que aconteceu nesse grande dia para a banda (talvez o dia mais importante da história dos Delinquentes até o momento).


Não à toa a praça da república foi escolhida como local para a gravação do 1º DVD individual dos Delinquentes, Planeta dos Macacos (participamos da gravação de uma coletânea da Pro-Rock em 2010, junto com o Norman Bates e Rennegados, o Bodas de Ouro, mas que infelizmente ainda não foi concluído). A praça, com toda a sua pompa e beleza turística, também acolhe há décadas a cena roqueira da cidade, desde o tempo dos saudosos shows no teatro Waldemar Henrique (conhecido na época como o “Templo do Rock Paraense”), passando pelo clássico Rock 24 Horas (ressalto que o último, que terminou em confusão, não aconteceu nessa referida praça, e sim na praça Waldemar Henrique, na época, praça Kennedy), até os dias de hoje, onde a mesma se tornou point de jovens de todas as espécies do underground local. E nesse dia 20 de maio, sob a alcunha de Dia D, não poderia ser diferente.

Confesso que o meu maior medo, de meses à fio, era que caísse uma chuva daquelas de parar a cidade, já que não haveria palco para o show e consequentemente cobertura (ideia perigosa mas brilhante da Priscilla Brasil, pois acabou contribuindo para um cenário belíssimo e peculiar). Mas até São Pedro provou ter sua simpatia pelo punk, colaborando para que um dia bonito contemplasse um show para ficar na memória e devidamente registrado para as imagens do DVD.

Desde cedo, ainda na passagem de som, começamos a presenciar a chegada de várias tribos de estilos diferentes, num clima que há muito tempo não víamos ali na praça. Uma coisa que me chamou muito a atenção foi a quantidade de crianças, devidamente acompanhadas de seus marmanjos pais e em alguns casos, até netos, curtindo o clima que se instaurou na praça. Eram as várias gerações se encontrando e fazendo parte num coro só, pois a felicidade estava estampada nos rostos e atitudes da moçada. Aliás, um clima irradiante que também estava presente nos bastidores, apesar da passagem de som demorada e cansativa, devido à calibragem da captação do áudio.

Um pouco antes das 16h, como previsto, começou à rolar som mecânico, num set especial que eu mesmo preparei para o dia, que incluía clássicos de várias épocas do rock local, nacional e internacional, logicamente, com o bom e velho punk & metal incluído que tanto fez a cabeça de décadas naqueles gramados. E foi com essa trilha sonora que pudemos presenciar que seria um dia mesmo especial, pois várias pessoas estavam desde cedo em clima de confraternização, alguns até mesmo agitando como se já tivéssemos tocando.

Com o sol quase se pondo, Priscilla Brasil da Greenvision e diretora do DVD dá a ordem que esperávamos e Nazaco, percussionista do Trio Manari, dá início ao ritual com sua introdução sinistra e enigmática (que ele mesmo apelidou de “A Floresta”). A banda segue então do Ica (antigo Núcleo de Arte da UFPA) até o palco, passando pelo meio da galera, em mais uma ideia brilhante dela.

Com certa dificuldade chegamos ao palco e com o anuncio do Nazaco, batizamos o dia com Indiocídio, e aí sim pudemos sentir como estava o clima de euforia do público, interagindo e cantando os sons, com rodas de pogo e moshes enormes e gigantescas. Apesar de estarmos esperando o nosso habitual público, era nítido a energia que acabou contagiando a banda, pois quando eu olhava para os lados, via só sorrisos nos rostos de meus parceiros de palco. O público na frente deu muito trabalho aos seguranças, empurrando o show todo as grades de proteção. Era a primeira vez que levávamos tanta gente assim para um show unicamente nosso e dava para ver também que haviam bastante pessoas no gramado da praça, numa fileira que se estendia até o monumento e arredores e também por trás do anfiteatro. Era como se estivéssemos cercados numa arena medieval, e só então fui entender de fato a ideia da diretora.

No meio do show, uma queda de energia,  nos fez começar a música Vagamundo novamente. Também demos uma pequena pausa de alguns minutos para trocar a bateria da câmera da grua, cortesia da Funtelpa, sempre parceira da banda e da cena local. Fora isso, tudo foi ocorrendo na mais perfeita ordem. Em Cemitérios, anuncio as participações do Leandro do Baixo Calão e Djair do Antcorpus (de Parauapebas), ambos com vocais grotescos que deram um ar mais agressivo ainda para a música e com performances arrebatadoras. Chamar o Djair foi mais que uma obrigação, criando um link com o metal do interior do estado, nas mãos dessa figura que tanto batalha pela cena por lá. E Leandro, bem, Leandro é rei no underground local. Não podia faltar de maneira alguma numa festa dessas. A outra participação, vinda direta de São Paulo para a gravação, era a Sammliz, que, ao ser anunciada em Um Belo Dia pra Morrer, foi ovacionada pelo público, famintos que estavam de um show do Madame Saatan. Com seu carisma de palco ímpar, deu um ganho extra ao show e fez por merecer sua longa viagem (depois me confessando feliz em um bar que esse show valeu por 3 meses dela longe de um palco).

Pedrinho, Pablo e Raphael estavam com uma energia extra, como que exalando nos sons a essência da sede que estavam por esse dia. Não à toa. Foram meses preparando o repertório e ensaiando com afinco para que tudo pudesse ocorrer com um mínimo de erro (o que é até natural acontecer, e de fato aconteceu, devido a própria energia do show).

No repertório, iam se mesclando clássicos de todas as épocas com as mais novas, com a moçada cantando em uníssono todas como se fossem de uma mesma fase. Era como se músicas como Gueto e O Viciado (da década de 80) eram irmãs de outras mais recentes como Formigueiro Febril e L’uomo Delinquente.

Depois de 16 músicas, agradeci todos os apoiadores e envolvidos e nos despedimos com Matança de Animais, aonde pude ver sem modéstias uma das maiores rodas de pogo em uma banda local na cidade. Após isso, voltamos para repetir (à pedidos da produção) a música Planeta dos Macacos e findamos pra valer com Ferrovia Norte Sul (que não deve entrar no DVD), da extinta banda mineira N.A.D.A., cover que levamos desde a década de 80 e que muito representa a história da banda.

Após isso, só nos restava comemorar com amigos, fãs e familiares no camarim e na praça, aonde ouvi de várias pessoas que foi um show que resgatou na memória de quase todos os bons anos de shows na praça. Aliás, o maior saldo positivo foi que entregamos a praça intacta, pois no dia seguinte, ainda estavam lá as mesmas plantas e gramados que eu pensei que seriam devastados no dia. Alem disso, não houve uma incidência de brigas ou confusões, terminando de vez com esse estigma antigo que compara o rock local com vandalismos e depreciações.

Agora é esperar pela edição e chegada da fábrica desse grande material que temos em mãos, o que deve acontecer lá por outubro ou novembro. Já pude assistir algumas imagens do dia e posso dizer que são imagens muito porradas, de uma maneira que ainda não vi aqui em Belém. Pelas próprias fotos e vídeos caseiros que pipocaram na net dá para se ter uma ideia do resultado positivo que foi. Parabéns à todos!!!





Um vídeo (caseiro) do show da música Música Planeta dos Macacos:



segunda-feira, 11 de junho de 2012

Resenhas de outros blogs


Blog Metall Pará (Por Marcelão):


Dia D finalmente!
Cheguei por volta dás 17:00hs na Hellpublica e o local já estava tomado pelo exército camisas pretas, uma imagem que me remeteu aos anos de gloria da cidade metal quando em 1993 infelizmente as gangues de rua da cidade transformaram o “famoso” festival Rock 24 Horas em uma praça de guerra... 

Porém neste domingo foi tudo diferente, como se fosse uma catarse inversa tendo agora nosso “herói” (Jayme Katarro) como protagonista de uma cena que durante anos ficou sem eira nem beira e agora mais uma vez desponta e na “praça de guerra” seus comandados de farda preta se mostram um exército maduro e disposto a ser parte intrínseca desta batalha.

Já não há mais gangues de rua e a cidade metal volta a respirar e como sempre digo, O ROCK rola solto em Belém!!
Dei uma geral pela praça e pude registrar um publico feliz e ansioso para o começo do evento. Gente de várias tribos se respeitando e até mesmo confraternizando o momento uns com os outros... 
Olhei para o céu e percebi que até São Pedro iria prestigiar o acontecimento de boa!

Fui ao encontro dos protagonistas do dia que estavam concentrados no prédio do Núcleo de Artes da UFPA, antigo SAM onde em minha pré-adolescência tive a infeliz tentativa de aprender a tocar um instrumento... 

Estavam ali quase todos, faltando só o brother Leandro Pörckö (Baixo Calão), que junto com Sammliz Samm (Madame Saatã) e Djair Oliveira (Antcorpus) iriam fazer participações especialíssimas na gravação do DVD do Delinquentes.

De volta a praça de guerra, tratei de montar meu equipamento entrincheirado junto ao comando da equipe de som do evento e fui dar mais uma volta entre o público, cumprimentar os conhecidos e amigos e conhecer outros tantos.

Eis que finalmente a banda e convidados aparecem cercados por seguranças em meio a multidão presente e seguem em direção ao “palco” para dar início ao espetáculo e que arrisco dizer que foi um “marco” não só para Jayme Katarro e sua troupe mas para a cena underground como um todo, uma realização depois de tantos anos de “guerra” e uma sensação coletiva de satisfação!
O showzaço foi MEGAPOWERPHODA e o público insano correspondeu e se comportou muito bem... As três participações especiais foram devidamente reconhecidas e merecidamente ovacionadas a altura... Acho que depois do show do Iron Maiden foi o evento em que mais me emocionei.

Após o grande espetáculo A banda seguiu de volta para o prédio do Núcleo de Artes da UFPA para “tomar um ar” e comentar alguns aspectos do show e também receber as congratulações de amigos, parentes, namoradas e outros... 

Seu Jayme queria dar uma esticada para tomar uma saideira com todos, porém antes tinha que ter com os amigos que ainda o esperavam na praça para dar-lhe os merecidos parabéns e registrar o momento que para muitos será histórico... E eu segui atrás do seu Jayme registrando o que podia...

Para finalizar a noite seguimos para o Lobo Bar e mais tranquilo, Jayme agradeceu a todos que estavam presentes e lembrou também dos ausentes em uma citação das amizades no “passado, presente e pretérito perfeito”...  
Dava pra ver estampado na face do seu Jayme um semblante tranquilo de realização e alegria. 

No fim de tudo ainda pequei uma carona para casa com o Paulão da Pam-tur, empresa que costuma fazer os traslados das principais bandas e artistas que vem por aqui pela cidade das mangueiras... O cara já transportou nada mais nada menos do que Scorpions, Deep Purple e Iron Maiden dentre outros... É mole ou que mais?... “Dia D”... Dia e noite memoráveis!!!
Link da matéria: AQUI.





Blog Música Paraense:

Celebração rock’n’roll

Por Ana Clara Matos
A metereologia foi generosa e preparou bem o clima do Dia D, no último domingo.
Como era de se esperar, entre fãs, profissionais da cultura e habitués curiosos, o público lotou o anfiteatro e seus arredores, na Praça da República. Cenário pronto, rodeado de prédios históricos, e reduto do rock por excelência, o lugar não poderia ser mais apropriado. Antes mesmo de qualquer sinal de início da apresentação, embalada pelo som mecânico, a roda de pogo já demonstrava o que estava por vir.
Tudo em ordem para a gravação do DVD Planeta dos Macacos, dos Delinquentes, liderados por Jayme Katarro, com direção de Priscilla Brasil.
No palco, o aquecimento ficou por conta do percussionista Nazaco Gomes – que já transitou pelo universo do rock antes da formação do Trio Manari –, abrindo o show com sons experimentais.
Em seguida, Jayme Katarro (vocal), Pedrinho (guitarra), Pablo Cavalcante (baixo e backing vocal) e Raphael Lima (bateria e backing vocal) entraram em cena visivelmente entusiasmados. O clima de euforia e realização da banda contaminou também o público que se reunia atrás do palco e acompanhava de perto as movimentações de bastidores.
Logo na primeira música, a exaltação dos fãs da primeira fila em direção ao palco podia causar apreensão, por conta do fluxo de equipamentos de vídeo entre a grade de contenção e os músicos, porém antes de qualquer situação mais perigosa, Jayme convocou o público a manter o evento pacífico, afastando o estigma de violência que infelizmente passou a acompanhar os shows de rock após problemas graves em eventos de décadas passadas. Contrariando possíveis preconceitos, porém, o show correu tranquilamente, sem tumultos.
O momento era de coroamento de uma longa estrada bem sucedida. Com vinte e sete anos de carreira, reunindo integrantes que ingressaram na banda em períodos diversos – o único da formação original é Jayme Katarro – o Delinquentes disparou composições de várias fases, e não podia ser diferente.
Indiocídio, Planeta dos Macacos, que dá nome ao DVD, e Matança de Animais, dividiram o repertório com Formigueiro Febril, faixa título do EP mais recente, lançado aqui no MúsicaParaense.Org. Teve espaço também para a versão do carimbó Pescador, de Mestre Lucindo, que no ano passado já havia sido a faixa de um clipe premiado da banda, dirigido por Robson Fonseca.
O show contou também com participações especiais vigorosas, ainda que curtas: Leandro Porko, do Baixo Calão, e Djair, da Antcorpus, em Cemitérios, e Sammliz, do Madame Saatan, em Um Belo Dia Pra Morrer.
Houve alguns problemas técnicos no decorrer da apresentação, mas nem uma breve interrupção inesperada na primeira metade chegou a comprometer a paciência do público. Nada que abalasse o ambiente festivo. Inegavelmente os Delinquentes protagonizaram uma bela celebração. Agora é aguardar o resultado do registro, sob os cuidados da Greenvision.
Foto: Raoni Joseph

Link da matéria: AQUI.





Site Pará Música:

Dia de rock na Praça da República

Banda Delinquentes reúne cerca de 3 mil pessoas na gravação de DVD

Elielton Amador Fotos: Thamires Costa
 
O horário foi marcado para as 16h, depois adiado para as 17h. Mas já começavam a aparecer as primeiras nuvens acinzentadas e a equipe de produção ainda testava as luzes do anfiteatro da Praça da República, para onde estava marcado o show que comemoraria 27 anos de carreira da banda Delinquentes. A cineasta Priscila Brasil, que gravaria ali o primeiro DVD exclusivamente da banda, parecia tensa no camarim improvisado dentro do Teatro Waldemar Henrique. Na platéia, os mais velhos pais, trabalhadores de outras gerações do rock paraense já começavam a lamentar o fato de talvez não poderem ficar para presenciar esse grande momento.
 Ao mesmo tempo, na Praça Waldemar Henrique, segundo o produtor e radialista Fabrício Rocha, do programa Rotonton Rádio Regae, da Cultura FM, mais de 5 mil pessoas lotavam o Tributo a Bob Marley, principal evento rastafari de Belém, cerca de 400 metros descendo pela Av. Assis de Vasconcelos, paralela à Praça da República. A tardinha ia chegando e além do punhado de pais e trabalhadores de mais de 30 anos, os góticos, punks, anarcopunks, grunges, bangers e toda espécime híbrida entre essas variações iam se acumulando pelos cantos da Praça, com suas garrafas de Cantina da Serra e seus baseados. Tudo na maior santa paz de Satã, como diria outro Fabrício (o Nobre, ex-Monstro Discos).
  Duas horas antes, eu estava num dos apartamentos vizinhos à Praça da República, onde o fotógrafo francês Bruno Pellerin selecionava fotos de artistas paraenses para seu livro de retratos. A banda estava passando o som, quando sai dali. O vizinho de Bruno pediu que, se possível, eu puxasse a tomada dos roqueiros barulhentos. Quem já fez evento de rock na Praça, como eu, sabe o quanto é difícil ir contra a contrariedade dos vizinhos da mesma – e até então eu não fazia ideia de quanto incômodo podia ser mesmo o negócio.
 O fato é que, atipicamente, mesmo para um ano eleitoral, apesar da demora, nem vizinhança, nem guarda municipal nem ninguém parecia disposto a atrapalhar a festa dos Deliquentes. Nem São Pedro, que apesar da hora avançada e da noite caindo, não mandou a chuva que parecia se anunciar. Rodeio o backstage. A movimentação é grande: fotógrafos, videomakers e a equipe de Priscila estão agitados. Sem que eu pedisse, uma pulserinha vip vem parar na minha mão.
 Volto para a plateia e vou encontrando os amigos e conhecidos, o empresário Na Figueredo, o jornalista Tylon Maués, a cantora Lu Guedes e o contrabaixista do Norman Bates Manuel Malvar, entre tantos outros espalhados no meio da fauna exótica da Praça da República. Entre uma cerveja, um cigarro e piadas de Jacob Franco sobre o “chefe” Jayme Katarro, vamos esperando o tempo passar. Franco, que também é líder do Projeto Secreto Macacos, já foi um dos baixistas do Delinquentes.
Já começa a escurecer, quando, finalmente, Nazaco, percussionista do Trio Manari, se dirige para o seu set e começa a preparar o ambiente para a entrada dos Delinquentes. Enquanto rola a ambientação de Nazaco, a banda sai de dentro do Waldemar Henrique e caminha com pose de stars entre a platéia da Praça, acompanhado por pelo menos duas câmeras e a diretora Priscila Brasil sempre perto. Jayme para vez ou outra para cumprimentar um velho conhecido da Praça.
     É com a mesma atitude “poser” que a banda inicia seu set forte com “Indiocídio”, e emenda logo um dos maiores clássicos da banda: “Gueto”, do tempo em que ser punk era gritar as diferenças e desigualdades da sociedade. Vale lembrar os versos:
Varando as baixadas, passando por cima de pontes
Pessoas iludidas esperando um amanhã sombrio
A diferença é forte, crianças e velhos sem ter onde morar
Outros tem três quartos, um pra dormir e dois pra brincar
Vida no gueto é o fim
Mas ninguém escolheu viver assim  
 Os mais jovens se amontoam contra as grades de proteção montadas ao redor do anfiteatro. Estou no backstage usando da minha premissa de vip para filmar com meu celular. Priscila passa por mim e faz cara de poucos amigos. Parece tensa ainda. A pancadaria sonora continua. Eu volto para a platéia. Atrás da housemix, o som está espalhafatoso, sobram frequências agudas. É normal, afinal a Praça é grande e a potência do som nem precisa ser maior. O vento espalha as ondas sonoras. Em tempos midiatizados, Malvar solta essa: “Quero é ouvir no DVD, vai ficar porrada!”
 O som continua e para quem já conhece o repertório de cor o show nem parece tão bom, mas o orgulho que perpassa cada um de nós faz o momento ser celebrado com prazer. O repertório alterna a produção dos anos 90 da banda e as músicas mais recentes, aquelas marcadas pelo crossover entre o hardcore e o thrash metal, influências ressaltadas pelas presenças de Pedrinho (guitarra) e Pablo (contrabaixo) na banda. “A Fábrica”, “L’uomo Delinquente” e “Soterrados”, do ultimo EP virtual lançado há poucos meses. A poesia quase concreta do novo punk já não traduz com perfeição uma realidade pós-moderna, soterrada em tanta distorção. “Vagamundo” é uma das melhores dessa fase. Em seguida o mais novo parceiro da banda, Djair, da banda Anticorpus, e Leandro, da Baixo Calão, sobem ao “palco” para cantar “Cemitérios da Civilização”  com Jayme.
 O som continua. “O herói”, “Cicatrizes de guerra”, “Ficção”, “Carcaças vazias” e a nova “Formigueiro Febril”, que parece afirmar um tema comum às novas composições: a multidão, a dispersão, a exclusão e a falta de orientação das massas. A vinheta, então, anuncia aos iniciados uma das melhores e mais celebradas músicas do grupo, “Planeta dos Macacos”. E mais uma vez Jayme conta como fez essa letra depois de uma ação violenta e injusta da polícia. Na sequência, outra do mesmo quilate: “Um belo dia pra morrer”, com a participação de Sammliz, que veio de São Paulo especialmente para o evento. Depois foi a vez da fase “regional”, com a apresentação da cover de “Pescador”, de Mestre Lucindo. Para em seguida executarem o outro clássico oitentista da banda a ser registrado no DVD: “O Viciado”, aquele que não acredita em “portas abertas, de mãos amarradas”, o melhor da lírica punk de Jayme.    
Rafael (bateria), Priscila e Jayme Katarro no camarinRafael (bateria), Priscila e Jayme Katarro no camarin No bis a banda anuncia que vai repetir Planeta dos Macacos para a produção do DVD. E encerra com o clássico “Ferrovia Norte-Sul”, que apesar de não ser de nenhuma banda paraense, parece ter caído como uma luva no nosso imaginário autossegregador da integração nacional. Missão cumprida. Priscila, com sorriso nos lábios, cumprimenta os jornalistas. Agora é esperar para curtir em casa com o volume e a mixagem adequados, e no conforto de uma poltrona macia, enquanto as crianças dormem ou brincam no quarto de brincar.
PS – A estimativa de público do show ficou entre 2 e 3 mil pessoas. O projeto foi patrocinado através da Lei Semear pelo programa Conexão Vivo.

Link da matéria: AQUI

DIA D - Agradecimentos


Tardiamente mas necessário, venho aqui agradecer esse que foi um dos dias mais importantes da história da banda. A gravação do nosso 1º DVD individual (já havíamos gravado um antes, pela Pró-Rock, que infelizmente não pode sair ainda, a coletânea Bodas de Ouro, com as bandas Rennegados e Norman Bates). O evento foi espetacular, em todos os sentidos, desde público à estrutura, e estou preparando uma resenha bem pessoal sobre ele.

Por ora, gostaria de agradecer aqui pessoas que foram essenciais para a realização do show e pelo sucesso do mesmo:

Lei de incentivo Semear e Conexão VIVO (que nos permitiram realizar esse sonho), Priscilla Brasil (principalmente) e Greenvision, que acreditou no nosso trabalho, apostando na Delinquentes como seu 1º DVD de fato de rock local; Todos da equipe da produtora: Brunno Regis, Bruno Apolônio, Edvaldo Souza, Lucas Estrela, Carol Matos, Carlos Vera Cruz, Karina Sampaio e outros; À grande parceira que foi mais que irmã nesse projeto Funtelpa em nome de Adelaide Oliveira em especial, Regina Silva, Lucas Padilha, Linda Ribeiro, equipe Invasão (Robson Fonseca, Sônia Ferro e The Man); Às pessoas que participaram da pré-produção: Beto Fares (que há décadas dá uma força enorme à banda), Zé Lukas (o 5º Delinquente), Mauro Seabra (que nos acompanhou de perto nos ensaios) e também ao Junho Feitosa (Bateria e força grande no dia), Lucas Pinto (pelo Bugera), João lemos (pela Orange), Jonh Bogéa (pela arte da capa) e Camilo Royalle (também pela força no dia); 

Às participações: Sammliz Samm (Madame Saatan), Leandro Pörckö (Baixo Calão), Djair (Antcorpus) e Nazaco (Trio Manari), alguns vindo de bem longe especialmente para a festa (Sammliz de São Paulo e Djair de Parauapebas); À equipe do dia: Elias e Ronnie (roadies), Taca, Kennedy, Júlio, aos seguranças (que tiveram muito trabalho com a galera afoita); 

Principalmente as mais de 3 mil pessoas que compareceram, e que estavam mais enfurecidos do que nunca, fazendo valer cada minuto e segundo desse dia que já ficou na nossa memória. À Melissa Alencar, pela grande força no dia (no camarim e no backstage); À equipe do making of (Lucas Monteiro e Raoni Joseph); Aos fotógrafos de plantão (Marcelo Lelis, Thamires Costa, Mário Guerreiro e outros); À galera que divulgou o trabalho antes e depois: Bianca Levy, Leonardo Fernandes, Ana Carolina, Marcelo (Metall Pará), Elielton Amador e outros; 

Aos apoiadores: Ná Figueredo (sempre), Dudú Sardo Mendes (todos juntos esse ano, amigo), Curso Exemplo (nas mãos do sempre Delinquente Messias), Central Rock, Música Paraense e Fábrika Studio; Aos parceiros Vladmir Cunha e Marcel Arede pela força inicial. E a quem mais eu possa ter esquecido. VALEU!!!

domingo, 20 de maio de 2012

Participações

Nazaco (Trio Manari). Introdução sinistra do Dia D

E essa semana tivemos as presenças ilustres no Fábrika Studio das participações que farão parte no show de gravação do DVD. Leandro Pörckö, do Baixo calão, Djair do Antcorpus (que chegou de mala e cuia de Parauapebas, direto da rodoviária para o estúdio) e no dia seguinte, o Nazaco, grande percussionista do Trio Manari, dando o toque peculiar e inusitada à essa gravação. Infelizmente, por motivos de trabalho, a Sammliz não pode chegar antes para ensaiar, mas já está na cidade neste momento, pronto para dar sua contribuição com sua presença pra lá de especial também nessa grande confraternização e celebração do Dia D.

Djair (Antcorpus) e Pörckö (Baixo Calão). A praça que aguente os berros desses dois.



quinta-feira, 17 de maio de 2012

Release do show (por Karina Sampaio)


Dia D - Delinquentes grava DVD na Praça da República
Uma das primeiras bandas punk e hardcore de Belém
mostra o que aprendeu nestes 27 anos de história.

Foto: Brunno Regis



Protestos aos conflitos urbanos, diferenças sociais e as relações humanas. Estes são os pontos que compõem as letras que irão agitar os amantes do rock paraense na gravação do DVD “Planeta dos Macacos”. O som começa a rolar a partir de 16h, na praça da República.
“Esse será o nosso dia D, o 3º ponto mais importante da banda. Sendo o 1º e o 2º, respectivamente, o nosso surgimento e o lançamento do nosso 1º CD - Pequenos Delitos. A realização desse show-gravação é uma conquista de muito esforço e garra”, ressalta o vocalista Jayme Katarro.

Este será o primeiro registro de alta qualidade com a pretensão de mostrar a trajetória musical do Delinquentes ao longo de 27 anos de trabalho. O show ainda contará com participações de Sammliz Samm, da banda Madame Saatan; o percussionista Nazaco, da Banda Trio Manari;  Leandro Pörkö, da Banda Baixo Calão; e Djair, da Antcorpus (Parauapebas).

“Recebi com muita alegria e honra o convite para participar desse momento tão especial deles. A gravação desse dvd será muito especial para todos nós, que fazemos e apreciamos o rock feito em nossa cidade.  Finalmente um registro a altura, para essa que é a grande banda paraense de rock e uma das referências da diversidade e riqueza cultural em nosso Estado. Máximo respeito ao Delinquentes", diz Sammliz Samm do Madame Saatan.

A banda pretende atingir o máximo de energia. “Nosso show é motivado pela adrenalina, queremos um público fervoroso para que as imagens possam mostrar como é o nosso show de fato, sem a frieza de um estúdio fechado. Vamos mostrar nosso estilo marcante que vem desde os anos 80”, enfatiza Katarro.

Atualmente a banda possui o estilo crossover, que é um híbrido do hardcore agressivo com a técnica do trash metal oitentista e moderno. Outras influências que a compõem são o rock industrial, o alternativo, o punk rock e a inusitada e irreverente mistura com o estilo regional, a exemplo da música Pescador de Mestre Lucindo com o Carimbó.

Para o jornalista Ismael Machado, autor do livro Decibés sob Magueiras, os Delinquentes sempre mantiveram o estilo desde a época em que começaram a ensaiar nos anos 80. “Se há uma banda de rock que merece respeito em Belém, essa banda atende por Delinquentes, mesmo com algumas variações na sonoridade produzida por eles. Mas isso é reflexo das idas e vindas de integrantes. Quase balzaquiana, a banda ainda é um farol certo para novas gerações que fazem o rock pesado, seja ele punk, metal, crossover ou qualquer rótulo que se queira pôr.”

Dia D, gravação do DVD “Planeta dos Macacos” tem a chancela da carta de Lei de Incentivo do Estado do Pará – SEMEAR, é patrocinado pelo Programa Conexão Vivo, conta com o Co-patrocínio da Funtelpa. A realização é da Greenvision. O projeto conta com o apoio do Circus Hamburgueria, Pizzu´p, Curso Exemplo, Central Rock, Música Paraense, Fábrika Studio, Secult, Ná Music, Instituto de Ciências e Artes da UFPA, Prefeitura Municipal de Belém, Governo do Estado do Pará, Comando Geral da Policia Militar, Ctbel e Dudú Sardo Mendes.


Serviço:

Dia D – Gravação do DVD “Planeta dos Macacos” Delinquentes

Local: Praça da República
Data: 20 de maio
Hora: 16h